Coral

Bloco

Apesar do pouco tempo de vida, o Coral da FEA tem se destacado em toda a USP. Profissionalismo dos dirigentes e a responsabilidade dos membros ajudam fazer a diferença desde o seu surgimento, em 2003.

O coral nasceu por iniciativa da aluna do curso de administração Daniela Spilla, quando convidou o regente Eduardo Fernandes para dirigir o coro em 2003. Com o auxílio do músico, divulgou os primeiros ensaios, despertando interesse pelo projeto. 

O coral já participou de duas Semanas de Arte da FEA em 2004 e 2005, uma sendo a apresentação junto ao Teatro e a Bateria da FEA; duas na Semana Interna de Prevenção de Acidente do Trabalho (SIPAT) para funcionários de toda a USP; e apresentação na EXPOFAU.

Também realizou diversos concertos na própria FEA. O ano de 2005 ganhou destaque com a exposição de um repertório específico, incluindo a atividade teatral (Coral anos 70 da musica brasileira) – sendo o mais elogiado até então.

O coral da FEA tem como diferencial o fato de integrar ao repertório a percussão corporal, o que torna cada apresentação especial, com uma mistura de improviso e entrosamento do grupo.

As atividades (ensaios e oficina vocal) acontecem semanalmente em um espaço fornecido pela FEA e estão abertas a toda comunidade uspiana. Para a realização dessas, o coral recebe o apoio financeiro do Centro Acadêmico Visconde de Cairú (CAVC).

Os ensaios são conduzidos por um regente contratado e um auxiliar, estudante de música da Escola de Comunicação e Artes (ECA) USP. Conta ainda com a coordenadoria administrativa de membros do Coral.

A principal meta do coral é continuar promovendo a cultura e arte dentro da universidade, além de contribuir com a integração dos alunos, funcionários, entre outros que fazem parte da atual vida universitária da USP. 

Teatro
O Teatro da FEA é uma entidade estudantil sem fins lucrativos, mantida pelo CAVC e destinada a qualquer aluno ou funcionário da USP. 

Objetiva o desenvolvimento das pessoas por meio de atividades que envolvem trabalho de corpo (expressão, auto-conhecimento, postura, relaxamento, etc), de voz (respiração, projeção, articulação) e da mente (exercícios lúdicos, criatividade, imaginação). 

O teatro da FEA surgiu em 2002, mas alguns desentendimentos (afetivos e burocráticos) internos culminaram no fim do grupo. Após um ano sem Teatro na FEA, reorganizaram-se, e em 2004 surgiram oficinas de grande sucesso, com mais de 30 inscritos, criando-se a necessidade de abrir a terceira turma aos sábados, que durou por volta de um ano. 

Dessas oficinas resultou o atual GAFE (nome criado para o primeiro grupo de 2002, significando Grupo Amador Feano de Expressão).

Um fato marcante no teatro da FEA, que colaborou para as mudanças na estrutura básica do curso, foi a Encenação da peça “A Cantora Careca” de Eugène Ionesco, um dos principais ícones do teatro do absurdo da década de 1950 na Europa. 

O Grupo GAFE esteve presente com apresentações teatrais nas duas edições da semana de arte da FEA (FEARTE), tanto com cenas curtas de criação própria como com a encenação de uma peça inteira.

Alguns amantes da cultura e da arte foram participantes da primeira geração. Giovani Zenatti (principal responsável pela continuidade das atividades posteriormente), Antônio Gola Vieira, Inaiê Santos e Guilherme Pinho Bonifácio.

O teatro da FEA contribui para a sociedade, realizando apresentações em uma comunidade carente, no Centro de Cultura do Butantã. São levados pensamento crítico e desenvolvimento pessoal. 

Em 2006, mais de 60 novas inscrições indicam um ano promissor para o Teatro na FEA, sendo que o GAFE já prepara um novo espetáculo, “Deus” de Woody Allen. A perspectiva para o futuro é manter o grande interesse das pessoas nas oficinas, constituindo assim novos grupos de repertório, e a encenação de novas peças pelo Grupo em lugares distintos do meio acadêmico, como Festivais no Interior de São Paulo, gerando maior reconhecimento do Projeto dentro e fora da USP.